Experiencias de profesionales de Enfermería en el cuidado psicoemocional a pacientes en la Unidad de Cuidados Intensivos, 2006
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Palabras clave

Cuidado emocional y pacientes críticos
Cuidado emocional en la UCI
cuidado emocional y paciente en unidad de cuidados intensivos
cuidado emocional y UCI

Cómo citar

Vanegas, B. C. (2016). Experiencias de profesionales de Enfermería en el cuidado psicoemocional a pacientes en la Unidad de Cuidados Intensivos, 2006. Revista Colombiana De Enfermería, 3, 21–31. https://doi.org/10.18270/rce.v3i3.1399

Resumen

El presente estudio se llevó a cabo, con el propósito de determinar las experiencias de profesionales de enfermería en el cuidado psicoemocional a pacientes en la Unidad de Cuidados Intensivos - UCI - de una institución de salud en Bogotá. La investigación se realizó con abordaje cualitativo, enfoque fenomenológico y análisis hermenéutico, en el que participaron, como unidad de análisis, cuatro profesionales de enfermería que se encontraban en ejercicio activo de la profesión en la UCI de la mencionada institución. Para la recolección de la información, se utilizaron las técnicas de entrevistas semiestructuradas profundas, grabadas con previa autorización de cada participante, la firma del consentimiento informado y demás consideraciones éticas establecidas en la Resolución Nº 008430 del 4 de Octubre de 1993 del Ministerio de Salud de Colombia. El estudio permitió concluir que si bien se tiene la creencia que en la UCI se crean los cuidados en el componente biológico de los pacientes, con frecuencia, los profesionales de enfermería participantes se esfuerzan por ofrecer también un cuidado psicoemocional, tanto al paciente como a su familia; pero no siempre es fácil lograrlo. Lo anterior porque existen situaciones que pueden limitar ese cuidado psicoemocional, como por ejemplo, por restricciones generadas en algunas normas institucionales, por las condiciones de salud o de comportamientos del paciente, o por la falta de seguridad del profesional de enfermería sobre cómo actuar ante determinados comportamientos del paciente, lo que en ocasiones, según sus relatos, puede estar relacionado con limitaciones en la preparación al respecto.

https://doi.org/10.18270/rce.v3i3.1399
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Citas

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2004. 13. 44 - 45

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